Estudantes-atletas ficam encantados com a beleza das Cataratas do Iguaçu

Por: Jesus Filho

Delegação de Israel no Dia Cultural durante o Mundial ISF de Voleibol – Foto: Felipe Carrapato/CBDE

Milhões de litros d’água em queda livre por segundo e novas histórias pra poder contar. Traduzir com os olhos as belezas naturais onde está localizado o Parque Nacional do Iguaçú, torna-se ainda mais difícil quando você é impactado ao ver uma das maravilhas do mundo em um dia pra lá de diferente na rotina dos adolescentes que participam do Mundial Escolar de Voleibol. 

Proposta pedagógica que entre os principais objetivos propõe o intercâmbio cultural entre os países participantes da competição, o ‘Dia Cultural’ é um dos momentos mais esperados pelas delegações que participam dos eventos nacionais da CBDE, e também dos internacionais promovidos pela ISF. 

Dia Cultural no Mundial ISF de Voleibol – Foto: Filipe Carrapato/CBDE

Com direito a muitas selfies e expressões em diferentes idiomas, os estudantes fizeram questão de chegar bem pertinho da “Garganta do Diabo”, eixo final da ponte que conduz os turistas que visitam as Cataratas até a sua imponente e majestosa beleza natural. Isso sem contas os animais silvestres que a todo momento podiam ser percebidos como quatis, macacos de diversas espécies e pássaros que entoavam sons que tornaram o passeio ainda mais atrativo. 

Depois de retornarem ao hotel onde o Mundial ISF de Voleibol ocorre, os estudantes puderam provar um pouco mais da culinária brasileira em um ambiente preparado pelo Time CBDE exclusivamente para eles. A conhecida “Noite das Nações” contou com a distribuição de presentes entre as delegações e depois cada um deles pôde participar de apresentações de danças com músicas típicas de sua cultura. 

Estudantes na “Garganta do Diabo” aos pés das Cataratas do Iguaçu – Foto: Filipe Carrapato/CBDE

Nesta sexta (24), as disputas recomeçam com a participação dos brasileiros em quadra. Por ser o país sede do mundial, o Brasil pôde inscrever duas equipes por gênero. Campeã brasileira, a escola de São Paulo, Campos Salles, forma a equipe A  na competição. Além dela, temos também estudantes-atletas oriundos das escolas paranaenses, São Vicente de Paula, e Associação Educacional e Assistencial Martin Luther, que originalmente compõe a equipe B do Brasil no evento.

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